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RECORDANDO SÉRIES - ÚLTIMAS POSTAGENS

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

THE INVISIBLE MAN - O HOMEM INVISÍVEL

Emissora: NBC.
Emissora no Brasil: Rede Globo, TV Bandeirantes e TV Record.
Transmissão Original: de 8 de setembro de 1975 a 26 de janeiro de 1976.
Duração: 60 minutos.
Temporadas: 1 (13 episódios).
Cores.
Companhias Produtoras: Silverton Productions e Universal TV.
A Série.

Um dos clássicos do cinema Terror é o grande sucesso de 1933, intitulado O Homem Invisível. No filme, Ipping, é um lugar remoto na Inglaterra, onde chega um misterioso estranho que tem seu rosto coberto por bandagens. É impossível ver seus olhos, pois ele usa óculos com lentes extremamente escuras. Ele aluga um quarto em uma pousada e fica trancado nele o tempo inteiro. O estranho se chama Jack Griffin (Claude Rains), que criou uma fórmula que o permite ser invisível. Entretanto ele precisa criar um antídoto para reverter o processo, caso contrário ficará desta forma para sempre. A história baseada num livro de H.G. Wells, correu o mundo e colecionou fãs em todas as partes, afinal mexia com um questão humana bem comum: o que eu faria se pudesse ficar invisível?

A fórmula rendeu mais duas sequências A Volta do Homem Invisível (1940) e A Vingança do Homem Invisível, e um seriado inglês em 1958. Mas foi apenas em meados dos anos 70 que Harve Bennett e Steven Bochco resolveram retomar a ideia, com uma grande diferença do clássico de terror, transformando o responsável pela invisibilidade em herói e não em assassino. Assim, estreou no dia 8 de setembro de 1975, na emissora americana NBC, a série O Homem Invisível.
No dia 6 de maio de 1975 o longa-metragem O Homem Invisível era o destaque na programação da NBC. O filme conseguiu o que os executivos da emissora queriam, uma audiência significativa que serviu de porta de entrada para a série estrear quatro meses depois. Mas nem as aventuras inteligentes, o bom humor do seriado e os bons efeitos especiais conseguiram manter o programa no ar e o seriado teve apenas por 13 episódios.

O Homem Invisível possuía efeitos especiais fantásticos para época, usando a técnica de chroma key a equipe técnica alcançou resultados realísticos que faziam a alegria da criançada e dos marmanjos, como vermos um telefone flutuar ou portas abrindo sozinhas.
A História.

No programa, o bem-humorado cientista Dr. Daniel Westin, empenha-se na pesquisa de desintegração das moléculas buscando a invisibilidade, pesquisa essa patrocinada pelo grupo do governo conhecido como Corporação Klae. Após obter sucesso com objetos inanimados, Daniel Westin, obcecado por sua criação, resolve ser mais ousado e torna-se cobaia de sua própria experiência. O resultado é um sucesso e Westin fica invisível, mas destrói todo o equipamento da pesquisa temendo que os militares utilizem sua descoberta com propósitos bélicos, com isso a possibilidade de voltar a se tornar visível é descartada e ele precisa buscar outra solução para voltar a ser visto.
Dr. Daniel Westin busca então a ajuda do Dr. Nick Maggio que confecciona uma máscara idêntica ao seu rosto, peruca e mãos de borracha, tudo para que Westin possa se passar por uma pessoa normal. Mas sempre que necessita, basta se despir e usar sua capacidade de não ser visto para ajudá-lo em propósitos éticos.

O Dr. Daniel Westin passa a trabalhar para a Klae Corporation, onde com sua capacidade singular de invisibilidade atua como agente combatendo o crime com a ajuda de sua esposa Kate Westin e sob às ordens de Walter Carlson. Enquanto luta contra a corrupção, continua em segredo seu trabalho no laboratório afim de descobrir uma maneira de voltar a ser visível.


No Brasil.

No Brasil o sucesso do seriado O Homem do Fundo do Mar foi melhor que em seu país de origem, sendo exibido pela Rede Globo nas noites de segunda-feira. Seu piloto foi apresentado no dia 5 de fevereiro de 1978 às 20h55 e a partir daí ganhou espaço semanal na emissora. Ainda em março de 1978 transferiu-se para os domingos à tarde dentro da faixa chamada Super Heróis que ia ao ar às 16h. Ficou na Globo até 1979.

O herói chegou a ter uma revista em quadrinhos e um álbum de figurinhas.
Em 1981 O Homem do Fundo do Mar apareceu novamente na televisão brasileira agora pela TV Bandeirantes que exibia a série diariamente às 15h45. Permaneceu na emissora menos de um ano e só voltou a ser exibida em 1983, agora pela TV Record que mostrava o programa nas terças-feiras às 20h.

TRILHA DE ABERTURA:

AUTOR: INFANTV

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

LOGAN´S RUN - FUGA NAS ESTRELAS

Emissora: CBS.
Emissora no Brasil: TV Bandeirantes.
Transmissão Original: de 16 de setembro de 1977 a 6 de fevereiro de 1978.
Duração: 60 minutos.
Temporadas: 1 (14 episódios).
Cores.
Companhias Produtoras: Goff-Roberts-Steiner Productions e MGM Television.
A Série.

Em 1976 Ben Roberts e Ivan Goff basearam-se num livro de William F. Nolan e George Clayton Johnson e lançaram um longa-metragem de ficção científica intitulado Fuga do Século 23. O filme fez tanto sucesso que Roberts e Goff, também criadores da série As Panteras, resolveram continuar a história na televisão numa série, produzida para a rede de TV americana CBS, que aqui no Brasil recebeu o nome de Fuga nas Estrelas. Entre os roteiristas estavam Dorothy C. Fontana (de Jornada nas Estrelas) e o escritor Harlan Ellison (A Noviça Voadora).

Mesmo com um elenco primoroso e roteiros de primeira linha, a série não fez sucesso e foi cancelada depois de apenas 14 episódios. O androide REM (interpretado pelo ator Donald Moffat), criado para aproveitar a popularidade dos robôs de Guerra Nas Estrelas, sendo a única coisa que conseguiu chamar a atenção das crianças.
Fuga das Estrelas usou os figurinos para os uniformes e armas usadas no filme original. Mort Rabinowitz trabalhou como diretor de arte. O episódio piloto também contou com muitas miniaturas e efeitos visuais do filme. O programa foi um dos primeiros a usar imagens geradas por computador para criar os efeitos visuais.

Os veículos utilizados para o filme foram desenhados por Dean Jeffries Auto Styling. Estes foram usados em outros programas de TV após o cancelamento da série, incluindo CHiPs , e foram também reaproveitados em filmes como Spaceballs e Ice Pirates.

A História.

A história se passa no ano 2318 (diferente do filme que é em 2274), onde depois da Segunda Guerra Mundial a Terra foi devastada por dois séculos por um cataclisma nuclear e os humanos se abrigam no subsolo para escapar da atmosfera tóxica do planeta. Eles residem numa grande cidade ultramoderna dentro de redomas de cristal. Dentro dela, a população goza de total felicidade e qualidade de vida graças à mecanização de alta tecnologia.

Mas esse mundo perfeito esconde algo terrível: ao atingir 30 anos (no livro essa idade era 21 anos, sendo alterada para a adaptação cinematográfica por causa da escolha do elenco), os “relógios da vida” dos habitantes teriam que ser renovados no curioso e psicodélico “Ritual do Carrossel”, essa foi a solução encontrada para o problema da superpopulação, a exterminação dos seres humanos com tal faixa etária. Assim, ninguém nunca viu um velho na cidade e nem sabem como eles são, por isso há desconfianças de que o “Carrossel” não passa de um plano para manter todos jovens na cidade.
Aqueles que portam uma medalha com a cruz Ansata, acreditam que a superfície já está limpa e que um lugar chamado Santuário abrigará todos os habitantes, inclusive quem tiver mais de 30 anos. Jessica (Heather Menzies) é uma dessas pessoas, embora ninguém que tenha escapado da Cidade dos Domos voltou para confirmar ou negar a lenda. Prestes a tentar sua fuga através da cidade velha, Jessica e outros rebeldes são perseguidos pelos Guardiões do Sono; ela sobe por uma passagem da cidade velha e ganha a liberdade.

Porém o policial Logan (Gregory Harrison), Guardião do Sono, um guarda de elite que patrulha a cidade totalmente administrada por uma cabala secreta de homens velhos, precisa capturá-la e também usa a passagem até a superfície, onde encontra um ar perfeitamente respirável. Jessica o convence a juntar-se a ela na procura do Santuário para assim salvar seu povo da morte sem sentido. Eles enfrentam muitos perigos, como um robô assassino e um grupo de revolucionários, mas têm a ajuda do androide REM e passam a viajar num veículo que flutuava sobre um colchão de ar.

No Brasil.

Fuga das Estrelas estreou na televisão brasileira pela Rede Bandeirantes no final de 1979 sendo exibido às 18h toda segunda-feira. Na ocasião a série figurou no canal mudando algumas vezes de horário e dia de exibição, mas sempre no período vespertino, onde permaneceu até 1981, quando saiu da programação brasileira.

Apenas em 1986 retornou à televisão no Brasil, mais uma vez pela TV Bandeirantes, agora ocupando o horário das 17h.
TRILHA DE ABERTURA:

AUTOR: INFANTV

terça-feira, 29 de outubro de 2019

LAND OF THE LOST - O ELO PERDIDO

Emissora: NBC.
Emissora no Brasil: Rede Globo e TVS.
Transmissão Original: de 7 de setembro de 1974 a 3 de setembro de 1976.
Duração: 30 minutos.
Temporadas: 3 (43 episódios).
Cores.
Companhias Produtoras: Kayro-Vue Productions e Universal Television.
A Série.

O Elo Perdido era uma série de TV feito para um público infantil, produzida e criada por Sid e Marty Krofft e apresentada originalmente pela rede NBC, entre 7 de setembro de 1974 à 3 de setembro de 1976, num total de 43 episódios de meia hora cada uma.

A primeira temporada da série era excelente, sendo considerada a melhor série de ficção para crianças até aquele momento. O cuidado era tanto, que até um dialeto de 200 palavras foi criado para os Pakunis. Os roteiros bem escritos começaram a cativar além da crianças os adultos fãs de ficção científica.

Mas, na segunda temporada, a qualidade começou a cair, já que a série tinha virado um sucesso e as mães estavam preocupadas com o clima de suspense que cercava o programa, e principalmente porque as crianças tinham pesadelos com os Sleestak.
O resultado foi que a partir da segunda temporada a série ganhou mais humor e perdeu o clima sério e pesado que tinha. Além disso o orçamento foi reduzido, o que fez com que a qualidade dos efeitos especiais despencasse.

Mas a catástrofe total aconteceu na terceira temporada, quando o ator Spencer Milligan sentiu que o barco estava afundando e largou a série, tendo Ron Harper em seu lugar como o tio das crianças. Os roteiros foram piorando a cada episódio, o que resultou no fracasso da temporada e no cancelamento da série.
A História.

Durante uma exploração o guarda florestal Rick Marshall e seus dois filhos, Will e Holly, resolvem descer um rio de barco. Só que eles foram parar no meio de um terremoto que abriu um portal do tempo e acabaram caindo em outro mundo, no meio de uma floresta, numa época pré-histórica cheia de dinossauros e enigmas a serem resolvidos. Rick e seus filhos foram obrigados a aprender como viver e, principalmente, como continuarem vivos naquele lugar.

Além dos animais pré-históricos os Marshals encontraram uma raça de seres, meio homem meio macaco, denominada Pakuni e um deles, chamado Cha-ka, tornou-se amigo da família e os ajudou a compreender aquele mundo. Mas os Marshals tiveram que enfrentar os Sleestaks, nativos verdes com aparência de lagartos, que ao contrário dos Pakunis, não queriam nenhum tipo de amizade com os forasteiros. 

A única maneira de afastar os Sleestakas era com luz e fogo já que eles tinham medo disso.
Algum tempo depois Rick descobriu que um homem chamado Enik também morava naquele mundo, e que o “Elo Perdido” era na verdade o passado de seu povo, que foi se transformando através dos tempos em selvagens. Ele foi parar naquele local na tentativa de voltar no tempo para alertar seu povo do que estava para acontecer com eles.

Só que o “Elo Perdido” era um lugar fechado, e para alguém sair, outro tinha que entrar. A maneira de retornar para casa era criando um portal, dentro da pirâmide dourada chamada “Pylon”. Com a ajuda de Erin ele tentou achar a combinação certa que fizesse com que ele voltasse para sua época, mas ao retornar para casa acabou trazendo seu irmão Jack para o “Elo Perdido” em seu lugar. Jack ficou no Elo, cuidando de seus sobrinhos Will e Holly.

Os Marshalls abandonaram sua casa e foram morar num templo, já que todo o cenário da casa da família pegou fogo e ficou completamente destruído. Por uma incrível mágica que nunca foi explicada, Cha-Ka e o líder dos Sleestak começou a falar em inglês. A personalidade de Enik mudou radicalmente.
No Brasil.

No Brasil a série recebeu o nome de O Elo Perdido e era exibida na Rede Globo no Show das Cinco, depois na antiga TVS, e foi um dos maiores sucessos da produtora Krofft.

Em 1991 uma nova série foi criada, desta vez acompanhando as aventuras da família Porter, que vai parar no “Elo Perdido”. Essa nova série durou duas temporadas.

TRILHA DE ABERTURA:

AUTOR: INFANTV

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

OS TRAPALHÕES

Emissora: Tv Globo.
Ano de Produção: de 1977 a 1995.
Cores.
Companhias Produtoras: Rede Globo.

O Grupo.

O quarteto de comediantes, Os Trapalhões, existia desde 1966, atuando na extinta Tv Excelsior como Os Insociáveis, quando além de Renato Aragão e Dedé, contava com a participação de Wanderley Cardoso, Ivon Cury e Ted Boy Marino. Com a saída de alguns integrantes, passou a fazer parte do grupo Mussum o sambista dos "Originais do Samba" e Zacarias o comediante com cara de moleque. O quarteto também atuou na na Tupi e Tv Record, quando bateram o Fantástico da Rede Globo que acabou se curvando ao grupo e os contratou para inicialmente participarem de dois especiais na Sexta Super.

Os dois especiais que tiveram o nome de Os Trapalhões – Especial tinham um humor mais adulto, por conta do horário, e o tom de comédia pastelão, a ação, o grande número de gags e a espontaneidade agradaram em cheio ao público, o que fez com que o quarteto ganhasse um programa semanal, que manteve sua ênfase na comédia de situação, por quase 20 anos.

O Programa.

Em 1981, agora sob direção de Adriano Stuart,Os Trapalhões já tinha um público notoriamente infantil e foi nessa época que o quarteto alcançou grande repercussão, principalmente depois do sucesso que fizeram no Festival de Berlim. Tanto o público quanto os críticos passaram a ver Didi, Dedé, Mussum e Zacarias como os principais representantes nacionais da comédia infanto-juvenil. Foi em 1981 que o programa exibiu o especial Os Trapalhões – 15 anos, que ficou quase oito horas no ar, com 11 quadros e uma campanha em favor dos portadores de deficiência física.

Em 1982 o programa ganhava a direção de Oswaldo Loureiro, o público passou a assistir a gravação de alguns quadros no Teatro Fênix, no Rio de Janeiro. Em maio do ano seguinte o programa iniciou uma nova fase com direção de Gracindo Júnior e com redação de Carlos Alberto da Nóbrega. Além dos tradicionais esquetes isolados, comédias teatrais bastante conhecidas foram adaptadas para o humor de Os Trapalhões. Shows eram gravados mensalmente com a participação do público. Passaram a ser incluídas também gravações externas.

Sob direção de Paulo Araújo, à partir de 1984, o quarteto teve uma renovação na linguagem visual para dar uma maior unidade: a base do cenário passou a ser branca, mudando a cor só dos elementos de cena. Passaram a ser usados bordões pelo quarteto pela primeira vez, como “Acredite, mas não é” e “Dez, nota dez”. Em 1985 os humoristas gravaram uma série de 14 episódios, em Los Angeles e à partir de 1986 o programa começou a ser direcionado mais ao público infantil, com quadros específicos para essa faixa-etária e uso de efeitos especiais.

Em agosto de 1986, Carlos Manga passa a dirigir Os Trapalhões, transformando os esquetes, deixando-os menores e mais rápidos, tendo sempre uma ligação entre um quadro e outro. Já em 1987, após o especial de 20 anos do grupo, Mauricio Tavares assume a atração e insere quadros inéditos, além de humorísticos musicais, com a presença de cantores convidados. No ano seguinte chega a direção geral Wilton Franco, e Os Trapalhões ganha shows ao vivo com ampla participação do público. O público infantil passou a receber mais atenção ainda, sendo criadas muitas brincadeiras, atrações e quadros voltados para essa faixa-etária.

Em 1990, o humorístico estreou com a ausência de Zacarias, que falecera no dia 18 de março daquele ano. Agora a atração era divida em duas partes, a primeira incluía atrações musicais e a segunda contava uma historia completa no “Trapa Hotel”, onde cada trapalhão tinha uma função: Didi era o secretário-geral, Dedé era o secretário de esportes e lazer e Mussum era o segurança. Neste ano ingressava no programa o cantor Conraddo, que figurava como o galã do grupo, ele ficou durante 4 anos e meio com Os Trapalhões. Além disso também ingressou no "Trapa Hotel" sua atual esposa Andréa Sorvetão, muito elogiada como atriz pelo diretor Wilton Franco.

Já em 1991 o programa passou por outra reformulação e a rap tomou conta dos Trapalhões que mostrava um bairro típico de qualquer cidade grande, onde aconteciam o show de um cantor convidado e novos quadros, como a “Oficina dos Picaretas” e “O filho do Computador”.

Em abril de 1992, estreou dentro do programa a “Vila Vintém”, que mostrava histórias ambientada numa rua do subúrbio, e a “Agência Trapa Tudo”. Didi era o vagabundo Bonga e acolhia a menina Tininha (Alessandra Aguiar), fugida de um orfanato. Dedé era o dono de uma oficina e Mussum o mordomo de uma casa rica.

Em 1993 o programa, agora com direção de José Lavigne, sofreu grandes mudanças, entre elas a saída da platéia das gravações dos quadros. A nova estrutura foi dividida em duas partes: uma de esquetes e uma história fixa com Renato Aragão e outros atores. A comédia "Nos Cafundós do Brejo" se passava na caatinga nordestina e recebia tratamentos de história em quadrinhos.

Os Trapalhões já sem Mussum, falecido em 29 de julho de 1994, deixaram de gravar e passou a ser reprisado, voltando às tardes de domingo com um enorme sucesso.

Elenco

Renato Aragão .... Didi Mocó
Manfried Santana .... Dedé
Antônio Carlos Bernardes Gomes .... Mussum
Mauro Gonçalves .... Zacarias
Luiz Alves Pereira Neto .... Ferrugem
Roberto Guilherme .... Sargento Pincél e outros
Jorge Laffond .... vários
Tião Macalé .... Nojento
Emil Rached .... Gigante e outros
Carlos Kurt .... vários
Felipe Levy .... vários
Conraddo .... Conraddo
Andréa Faria .... Andréa Sorvetão
Alessandra Aguiar .... Tininha

AUTOR: INFANTV

domingo, 27 de outubro de 2019

CAPITÃO 7 (SETE)

É uma série brasileira sobre o herói que levava estampado no peito o símbolo da TV Record.

Emissora: TV Tupi.
Transmissão Original: de 6 de outubro de 1954 a 10 de fevereiro de 1964.
Duração: 20-40 minutos.
Temporadas: 10 (??? episódios).
Preto e branco.
Companhias Produtoras: TV Tupi.
A Série.

O Capitão 7 veio para televisão pelas mãos de Rubem Biáfora, em 1954 na TV Record (por isso Capitão 7, em referência ao número da emissora), a princípio exibido ao vivo e mais tarde filmada em película. 

Foi o primeiro seriado de aventura produzido no Brasil trazendo o mundo dos heróis infantis para um universo mais brasileiro. 

A série estreou no dia 24 de outubro de 1954 e a princípio era exibida três vezes por semana com episódios que variavam entre 20 e 40 minutos de duração. 

Mas o sucesso de audiência fez com que fosse investido mais no programa que acabou se tornando diário.
O Capitão 7 foi criado por seu próprio interprete Aires Campos. Em sua versão para televisão, que era transmitida ao vivo, o personagem não tinha superpoderes, afinal seria complicado com os efeitos da época fazer o Capitão 7 voar, por exemplo. Tudo era feito muito em cima do improviso, um erro seria fatal para o desenrolar da história. 

Foram mais de 500 histórias apresentando um herói nacional lutando contra o crime e a injustiça, na mesma época em que eram exibidas as séries brasileiras Falcão Negro e O Vigilante Rodoviário.

Além de atuar e criar, Aires Campos também foi responsável pelo licenciamento do personagem, patrocinado pela Leite Vigor. O ator mineiro foi escolhido entre dezenas de outros candidatos, entre eles o ator Hélio Souto. 

“Tive que fazer vários testes. Além da interpretação fiz exibições de força e habilidade em várias modalidades de luta, inclusive boxe. Muito me favoreceu a excelente forma física que sempre procurei manter e a experiência, como ator, em vários filmes”.

Durante muitos anos, os episódios da fase gravada foram guardados no depósito da TV Record, mas eles acabaram se perdendo nos incêndios dos quais a emissora foi vítima.

Até 1960, a série era escrita por vários roteiristas. Depois todos os episódios passaram a ser escritos, produzidos e dirigidos por Alice M. Miranda, mais conhecida no meio artístico por Maio Miranda. 

Ela ficou responsável pela série até o último mês de sua gravidez. Alguns meses depois, Capitão 7 saiu do ar.
Por causa do sucesso do herói entre seu público infantil, foi criado um Clube, apoiado pelo personagem e patrocinado pela Vigor, que incentivava crianças e jovens a manter um corpo sadio, ter amor aos estudos e não agir com violência. 

Para se associar ao Clube do Capitão 7 os fãs tinham que juntar dez tampinhas do leite Vigor que, nessa época, era vendido em garrafas de vidro e levá-las na sede do Clube. A entrega do honroso diploma e carteirinha era feita aos emocionados sócios em uma cerimônia que contava com a presença do próprio herói.

O ator Ayres Campos faleceu em julho de 2003.

A História.

O menino Carlos vivia com seus pais numa cidadezinha do interior, até que um dia eles ajudaram um alienígena, que em retribuição levou o menino para o seu planeta para ser educado num lugar muito mais evoluído que a Terra. Carlos voltou com super inteligência, superforça e até capacidade de voar. 

Trazia um uniforme “atômico” capaz de resistir a qualquer coisa, e assim começou a agir como um super-herói, enfrentando bandidos na Terra, no espaço sideral e no mundo subterrâneo. Adotou o codinome de Capitão 7, e em sua nave observava as atitudes dos demais humanos na terra.

Quando não era chamado para resolver algum problema como o Capitão 7, Carlos voltava a sua vida normal como um tímido químico. Ele namora a Silvana, filha de um funcionário da Interpol, que na TV era interpretada por Idalina de Oliveira. Tal como os demais super-heróis, o Capitão 7, Silvana e o Tenente tinham uma identidade secreta, mas estas nunca foram reveladas. 

Eles eram super-heróis que lutavam contra o mal numa espécie de “liga da justiça”.
VÍDEO:
AUTOR: INFANTV

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Ô...COITADO!

Emissora: SBT.

Transmissão Original: de 4 de março de 1999 a 9 de março de 2000.

Duração: 60 minutos.

Temporadas: 3 (62 episódios).

Cores.

Companhias Produtoras: SBT.

A Série.

A personagem doméstica Filomena, do humorístico A Praça é Nossa, ganhou o seu próprio programa em 4 de março de 1999 intitulado Ô, Coitado!, nome tirado do seu conhecido bordão.

O programa era quase todo gravado em internas, na residência do Steve Formoso, e contava sempre com as aparições do Carteiro Juju e da maior amiga de Filomena a sua galinha. Como ocorre em outros humorísticos, as risadas eram gravadas e soltadas quando ocorria a piada ou situação engraçada.

Quando o programa começou a guinar começaram os desentendimentos entre o diretor Guto Franco e a atriz Gorete Milagres, levando Guto e seu pai Moacyr Franco a deixarem o programa. 

A desculpa dada aos telespectadores para a saída de Steve foi que o cantor tinha tantas dívidas que abandonou a casa e a pobre Filó e fugiu . A casa do cantor foi vendida e transformada num restaurante, ou melhor em dois restaurantes, um de comida Mineira e o outro de comida Francesa, a confusão foi armada.

O novo formato do programa, com direção de Eliana Fonseca e textos de Ronaldo Ciambroni, estreou em 6 de abril de 2000, mostrando que Filó foi trabalhar no apartamento de uma família, com filho e tudo. Além disso, Gorete começou a fazer outros personagens, como a atriz Marlete e a radialista Zulurdes. 


O novo formato do programa trazia ainda uma série de personagens novos como: Curió um porteiro paquerador; Coelho, um síndico vilão; o Senhor paquerador Ubiratan; Val a empregada da vizinha de D. Cláudia; a moderna Vovó Lili; a patroa de Filó Dona Cláudia e seus filhos Tabata e Ricardo. Mas o programa não emplacou novamente por descaracterizar demais a personagem, além disso é difícil manter um personagem no ar por tanto tempo só por causa de um bordão.

A personagem ainda fez aparições algumas vezes no programa Domingo Legal.

Depois de quase oito anos, o programa voltou interinamente para a grade de programação do SBT. Com a saída do vespertino Olha Você, entraram o sitcom e o reality Nada Além da Verdade, em 30 de março de 2009. A série alcançou 5 pontos, aumentando consideravelmente a audiência que girava em torno de 2 pontos.

A História.

Em Ô, Coitado!, O cantor falido Steve Formoso (Moacyr Franco), viúvo pela terceira vez, se encontrava numa situação de penúria – na carreira e nas finanças de casa – e por isso pediu ajuda a uma tia mineira. 

O auxílio veio na forma de Filomena (Gorete Milagres), uma empregada humilde e sem nenhuma cultura do interior de Minas Gerais, disposta a ajudar Steve, inclusive vendendo seus shows.

Enquanto fazia os seus serviços domésticos, Filomena cuidava do seu patrão, o escondia dos credores, e divertia a todos, falando uma cem vezes “Ô, Coitado!” até que o bordão enfraquecesse pelo cansaço.

Filó tinha características bem próprias como muita maquiagem no rosto, sempre com muito lápis de olho e uma flanela na cabeça, e usava sempre vestidos e roupas num estilo interiorano, falando com sotaque mineiro.

TRILHA DE ABERTURA:

AUTOR: INFANTV
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