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RECORDANDO SÉRIES - ÚLTIMAS POSTAGENS

sábado, 12 de outubro de 2019

A FEITICEIRA

Emissora: ABC.
Emissora no Brasil: TV Paulista, TV Excelsior,TV Record, Rede 21 e Rede Tv!.
Ano de Produção: de 1964 a 1972 (248 episódios).
Preto e Branco e Cores.
Companhias Produtoras: Columbia Television e William Asher.

A Série.

O projeto da série A Feiticeira teve seu inicio logo após o terceiro casamento de Elizabeth Montgomery, em 1963, com Willian Asher, por quem se apaixonou durante a filmagens de Johnny Cool, num filme dirigido por ele. Desde a algum tempo Elizabeth vinha expressando seu desejo de se aposentar como atriz, ter filhos e levar uma vida familiar normal. Asher então sugeriu que eles poderiam trabalhar juntos em uma nova série para a televisão, e assim passaram a idealizar esse projeto.

Pouco tempo depois, estava pronto um projeto em que mostrava o dia-a-dia de um frentista de um posto de gasolina, casado com mulher da alta sociedade. Os conflitos gerados por essa união seriam o tema da série. Asher apresentou essa proposta para William Dozier, da Columbia Television, que não se entusiasmou com a proposta, pois um projeto semelhante havia sido apresentada em 1961, por outro produtor, Harry Ackerman, em que mostrava os conflitos de um publicitário casado com uma bela feiticeira.

A partir da segunda temporada a série passou a ser exibida em cores. Naquele ano o seriado alcançou o sétimo lugar na audiência americana, com uma média de 23.4 pontos.

Durante a produção, ocorreram algumas mudanças de elenco. A primeira a sair foi Irene Vernon, que deixou a série em busca de melhores papéis, sendo substituída por Kasey Rogers na fase a cores da série. Para que o público não sentisse a mudança, Rogers teve que tingir seus cabelos ruivos para preto, voltando a sua cor natural mais tarde; O pai de James era vivido por dois atores, Roby Roberts e Robert F. Simon, porque cada um era contratado por episódio. Assim, quando um não estava disponível, chamavam o outro; Já Alice Pearce morreu vítima de câncer e em seu lugar chamaram Sandra Gould, 20 anos mais jovem que George Tobias, que interpretava seu marido; Quem também morreu durante a produção foi Marion Lorne, a Tia Clara, mas seu personagem era tão querido do público e a atriz tão marcante, que os produtores resolveram não substituí-la, entrando em seu lugar uma nova personagem, Esmeralda, interpretada por Alice Ghostley. Tal qual tia Clara, Esmeralda fazia o papel da atrapalhada bruxa cujos poderes causam problemas para os Stephens.

Mas, a mudança mais significativa foi a do personagem James Stephens (que nos EUA é chamado de Darrin). Dick York precisou deixar a série quando sua saúde declinou em virtude de dores na coluna, ocasionadas por um acidente automobilístico em 1959. O ator foi substituído por Dick Sargent, que na verdade tinha sido a primeira escolha para o papel, mas por não estar disponível na época, foi substituído por York. Os produtores decidiram não explicar a mudança, já que o assunto tinha sido amplamente divulgado pela imprensa e uma mudança de personagem não caberia no enredo.

A série teve sua produção encerrada em 1972, época em que perdia na audiência para a sitcom Tudo em Família. Em 1977 lançaram uma série mostrando como estavam os filhos de Samantha, o programa chamavaTabatha e tinha nos papéis principais Lisa Hartman (Tabatha) e David Ankrum (como Adam). O seriado durou apenas 13 episódios.

A História.

O publicitário James Stephens leva uma vida normal trabalhando com Larry Tate na agência "McMann & Tate", até casar-se com a bela Samantha (Elizabeth Montgomery). Essa delicada jovem muda para sempre sua visão do mundo ao lhe revelar sua real natureza: ela é uma feiticeira.

Para o casamento funcionar, James exige que ela desista da bruxaria e viva com ele como uma mortal. O acerto poderia funcionar, não fosse a constante interferência da família de Samantha, que de forma alguma concorda com essa nova existência mortal sem o uso da mágica. Assim, James passa a ser atormentado por sua sogra, Endora, e seu séqüito de bruxos e feiticeiras. A família de Samantha era composta pela Tia Clara, uma bruxa muita velha e que quase sempre errava nas mágicas; o pai de Samantha, Maurice, separado de Endora e que adorava fazer citações teatrais; o médico especialista, o Dr. Bombay; além do tio Arthur e a prima Serena (interpretada também por Elizabeth Montgomery).

Os Stephens tinham ainda um casal de vizinhos, o Sr. Abner Kravitz, um aposentado que vivia vendo televisão e lendo jornal, e sua esposa Gladys que tinha como paixão bisbilhotar a vida dos outros.

Samantha e James Stephens tiveram 2 filhos, Tabatha, que nasceu em 1966 com poderes de feitiçaria a exemplo da mãe e Adam que nasceu em 1969, mortal igual ao pai.

No Brasil.

No Brasil A Feiticeira alcançou um grande sucesso, a exemplo de outras partes do mundo. Chegou por aqui em 1965, quando foi exibido pela extinta TV Paulista, onde foram mostrados os dois primeiros anos do programa. Em 1968 a série passou a ser exibida pela TV Excelsior, que exibiu também o terceiro ano e logo depois pela TV Record, que passou os episódios do quarto e quinto ano.

Na década de 1990 A Feiticeira foi mostrada pela Warner Channel e em 2000 pela Rede TV!, que exibiu as duas primeiras temporadas colorizadas por computador. Recentemente a série transferiu-se para a Rede 21.

AUTOR: INFANTV

terça-feira, 8 de outubro de 2019

A ESCOLINHA DO PROFESSOR RAIMUNDO

Emissora: Rede Globo.
Ano de Produção: de 1990 a 2001.
Cores.
Companhias Produtoras: Rede Globo.

Com texto final de Eduardo Sidney e direção de Cininha de Paula, Cassiano Filho e Paulo Ghelli, estreou no dia 4 de agosto de 1990 o programa humorístico Escolinha do Professor Raimundo. Gravado nos estúdios da Cinédia, no Rio de Janeiro, o programa ia ao ar aos sábados às 22h30.

Criada em 1952 na Rádio Mayrink Veiga, o programa tornou-se quadro de programas de humor da televisão como Noites Cariocas (Tv Rio, 1957), Chico City (Rede Globo, 1973) eChico Anysio Show (Rede Globo, 1982). Quando o vice-presidente de operações da Globo, o Boni, entrou de férias, Chico Anysio realizou seis programas sem o conhecimento dele e levou ao ar. Quando Boni voltou a Escolinha já era um sucesso e o próprio Boni passou a ser um entusiasta do programa.

Para se transformar em um programa independente o quadro Escolinha passou por algumas modificações em sua estrutura. A aula foi dividida em dois tempos e o professor Raimundo, interpretado por Chico Anysio, passou a ter um gabinete, onde, antes de entrar em sala, recebia os pais e responsáveis pelos alunos. Esse quadro contava sempre com a participação de atores convidados.

O programa estreou com 20 alunos. No elenco fixo estavam Sr. Joselino, Sr. Bicalho, Sr. Geraldo, D. Cacilda, Sr. Eustáquio, Sr. Suppapau Uaçu, Sr. Aldemar Vigário, Sr. Boneco, D. Escolática, Sr. Samuel Blaustein, Sr. Bertoldo Brecha, Sr. Inspetor Atanagildo, Sr. Ptolomeu, Sr. Bacorinho, Sr. Peru, Sr. Rolando Nero, Mallandro, D. Cândida, D. Marina da Glória, Sr. Baltazar da Rocha, D. Bela, o Diretor e a secretária da escola.

Em setembro de 1990 entraram mais três alunos: Sr. Galeão Cumbica, vivido por Roni Cócegas, D. Amparito Pêra, interpretada por Nélia de Paula e D. Célia Caridosa de Melo, uma estudante apaixonada por economia, vivida por Nádia Maria, que interpretou outros personagens ao longo da Escolinha.

A partir do dia 29 de outubro de 1990, A Escolinha do Professor Raimundopassou a ir ao ar de segunda sexta-feira às 17h30, além das noites de sábado. Novos personagens vieram participar da turma: Sr. Nerso da Capitinga, Sr. Armando Volta e D. Maria Bonita.

Em 1991 era a vez de estrear no programa mais quatro alunos: Sr. Zé Bonitinho, Sr. Sócrates Homem de Mello, e a dupla Milha e Vanilha. Para manter o clima informal da Escolinha, os atores passaram a receber apenas seus próprios textos, de forma que não sabiam, assim como os telespectadores, o que os outros personagens iriam falar. Alguns bordões dos começaram a ficar famosos como "Captei, divino mestre!", de Rolando Nero, "Beijinho, beijinho e pau, pau", de Cacilda, além de "E o salário ó!", do Professor Raimundo.

Em outubro de 1991 mais quatro alunos passaram a freqüentar a sala de aula da escolinha: Sr. Salim Muchiba, Sr. João Cana Brava, D. Catifunda e Sr. Capilé, que primeiro estrearam na aula de sábado e depois passaram a freqüentar também o programa diário.

Em janeiro de 1992, A Escolinha do Professor Raimundo parou de ser apresentada aos sábados e passou a ser exibida às quartas-feiras, depois da novela das 20h. À tarde o programa manteve seu horário anterior. Novos personagens ingressaram na atração: D. Flor, Sr. Bebeto e D. Márcia Suplício.

Em fevereiro de 1992 estrearam mais três personagens: D. Capitulinha, Sr. Nelson Piquete e Sr. Bill Bebes. Em março daquele ano foram criados novos cenários: a sala de música, onde os alunos eram organizados em forma de coral, a sala de ginástica e a cantina. Esses ambientes faziam parte do primeiro bloco e no segundo e terceiro tínhamos a aula do Professor Raimundo. Nessa época mais três personagens entraram na escolinha: D. Gardênia Alves, Sr. Batista e D. Pretória.

Em abril de 1992, A Escolinha do Professor Raimundo voltou a ser apresentada nas noites de sábado, continuando ainda com aulas diárias à tarde. Outros personagens passaram a fazer parte do programa, como Sr. Brasilino (Bemvindo Sequeira) e D. Cora (Nélia Paula). Em junho o programa apresentou um novo quadro o "Invente, Tente" - num cenário similar à sala de aula, porém com um pequeno palco, os alunos eram incentivados por Dona Escolástica a dar vazão a criatividade, cantando, dançando ou fazendo imitações.

No dia 11 de junho de 1992, foi ao ar o programa de n°500. A Escolinha do Professor Raimundo tinha então 37 alunos e mais de 11 personagens que apareciam em ambientes fora da sala de aula. Além dos personagens já citados, faziam parte da programa: D. Manuela D´Além Mar, Sr. Mazarito, Sr. Eugênio, Sr. Gaudêncio, D. Mandala, Sr. Paulo Cintura, Sr. Natanael, Manuel, D. Das Dores, Malandrão, Fofoqueira, Professora Amália, a dupla Vira e Mexe, além do filho de D. Corleone, do dono da Cantina e sua esposa.

Em 1993, A Escolinha do Professor Raimundo teve a inserção de dois quadros novos: a "Rádio PR-Raimundo" e o "Jornal da Escolinha". Tanto o esquete da rádio quanto o jornal - feitos pelos alunos da escolinha - eram apresentados no primeiro bloco das aulas da tarde, alternando com outros cenários já conhecidos.

Durante os meses de abril e maio de 1993 novos personagens ingressaram no programa A Escolinha do Professor Raimundo: Sr. Ruy Barbosa, a repórter Maninha Marrom, D. Santinha, Escova e Flora Própolis. Em abril do mesmo ano foi a vez de: D. Maria Menininha, D. Tereza Mercantil, D. Fátima Ferrari, Sr. Zé Modesto e Sr. Dirceu Borboleta. O personagem Nelson da Capitinga voltou ao programa depois de um ano de afastamento.

Em agosto de 1994, o programa inseriu mais uma novidade: atores mirins passaram a substituir, em cada aula, um personagem principal, relacionado pelo nome. Armandinho Atalho no lugar do Armando Volta, Baltarzazinho no lugar de Sr. Baltazar, Dumont Congonhas no de Galeão Cumbica, e Joãozinho Groselha Pura no lugar de João Cana Brava.

Em 1995 A Escolinha do Professor Raimundo deixou de ser apresentada aos sábados e passou a ir ao ar nas noites de quarta-feira. As aulas à tarde passaram a ser reprises. Em fevereiro o programa voltou a ser exibido aos sábados à noite, com personagens novos: Sr. Waldemar Motta e Sr. Pedro Vaz Caminha. Em abril começou a ser exibida nas tardes de domingo e em maio saiu do ar, voltando em 1999 como um quadro do Zorra Total até outubro de 2000.

Em 2001 passou a ser exibido de forma independente, com 25 minutos de duração e 37 personagens, deixando de ser apresentada em dezembro daquele ano.

Elenco

Chico Anysio .... Professor Raimundo
Antônio Carlos .... Sr. Joselino
Antônio Pedro .... Sr. Bicalho
Brandão Filho .... Sr.Sandoval Quaresma
Castrinho .... Sr. Geraldo
Claudia Jimenez .... D. Cacilda
Grande Otelo .... Sr. Eustáquio
Jayme Filho .... Sr. Suppapau Uaçu
Lúcio Mauro .... Sr. Aldemar Vigário
Lug de Paula .... Sr. Boneco
Lupe Giglioti .... D. Escolática)
Marcos Plonka .... Sr. Samuel Blaustein
Mário Tupinambá .... Sr. Bertoldo Brecha
Milton Carneiro .... Sr. Inspetor Atanagildo
Nizo Neto .... Sr. Ptolomeu
Olney Cazarré .... Sr. Bacorinho
Orlando Drummond .... Sr. Peru
Rogério Cardoso .... Sr. Rolando Nero
Sérgio Mallandro .... Mallandro
Stela Freitas .... D. Cândida)
Tássia Camargo .... D. Marina da Glória
Walter D´ávila .... Sr. Baltazar da Rocha
Zezé Macedo .... D. Bela
Roni Cócegas .... Sr. Galeão Cumbica
Nádia Maria .... D. Célia Caridosa de Melo, D. Maria Bonita, Márcia Suplício e D. Santinha
Nélia de Paula .... D. Amparito Pêra
Pedro Bismark .... Sr. Nerso da Capitinga
David Pinheiro .... Sr. Armando Volta
Jorge Lorêdo .... Sr. Zé Bonitinho
Orival Pessini .... Sr. Sócrates Homem de Mello
Paulette .... Milha
Dudu Moraes .... Vanilha
João Elias .... Sr. Salim Muchiba
Tom Cavalcante .... Sr. João Cana Brava
Zilda Cardoso .... D. Catifunda
Tim Rescala .... Sr. Capilé
Aldine Muller .... D. Flor
Eri Johnson .... Sr. Bebeto
Cláudia Mauro .... D. Capitulinha
Antônio Pedro .... Sr. Nelson Piquete
Geraldo Alves .... Sr. Bill Bebes
Fafi Siqueira .... D. Gardênia Alves
Eliezer Motta .... Sr. Batista
Marilú Bueno .... D. Pretória
Bemvindo Sequeira .... Sr. Brasilino
Nélia Paula .... D. Cora
Berta Loran .... D. Manuela D´Além Mar
Costinha .... Sr. Mazarito
César Macedo .... Sr. Eugênio
Ivon Curi .... Sr. Gaudêncio
Marina Miranda .... D. Mandala
Paulo Cintura .... Sr. Paulo Cintura
Alexandre Marques .... filho de D. Corleone
Arthur Costa Filho .... Sr. Natanael
Fernando Wellignton .... Manuel, dono da Cantina
Liane Maia .... D. Das Dores
Luiz Delfino .... Diretor
Regina Chaves .... Secretária
Margareth Lemos .... esposa do dono da Cantina
Nick Nicola .... Malandrão
Sandra Pêra .... Fofoqueira
Sheila Mattos .... Professora Amália
Mauri de Castro .... Vira
Jorge Cosmo .... Mexe
José Vasconcelos .... Ruy Barbosa
Grace Gianoukas .... a repórter Maninha Marrom
Nádia Maria .... D. Santinha
Carlos Roberto Escova .... Escova
Márcia Brito .... Flora Própolis
Dudu de Morais .... Vanilha e D. Maria Menininha
Totia Meirelles .... D. Tereza Mercantil
Débora Fontes .... D. Fátima Ferrari
João Neto .... Sr. Zé Modesto
Emiliano Queiroz .... Sr. Dirceu Borboleta
Colé .... Sr. Waldemar Motta
Luiz Carlos Tourinho .... Sr. Pedro Vaz Caminha
Rafael Monteiro .... Armandinho Atalho
João Ricardo .... Baltarzazinho
Luis Eduardo Gonçalves .... Dumont Congonhas
Theo Machado .... Joãozinho Groselha Pura

AUTOR: INFANTV

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

ROOTS - RAÍZES

Raízes (no original em inglês Roots) é uma premiada série de televisão americana de 1977 baseada no livro Negras Raízes, de Alex Haley.

A série recebeu 36 indicações para o Prêmio Emmy, dos quais conquistou nove, além de vencer um Globo de Ouro e um Prêmio Peabody. Atingiu índices de audiência únicos quando foi exibida originalmente nos Estados Unidos, e o seu episódio final até hoje é a terceira maior audiência já registrada naquele país em todos os tempos. A série cativou o público por cruzar com sucesso fronteiras raciais e atingir o interesse de famílias de todos os grupos étnicos do país.

Raízes teve LeVar Burton no papel principal, o escravo Kunta Kinte, e Louis Gossett, Jr. como Fiddler. Uma continuação, Roots: The Next Generations, foi transmitida em 1979; uma segunda continuação, Roots: The Gift, produzida como um especial de Natal, contou novamente com a participação de Burton and Gossett, Jr.

A série e o romance do qual ela foi adaptada renovaram o interesse na história oral e genealógica entre todos os segmentos da população americana, mas principalmente entre os negros. Também despertou um interesse em nomes de origem africana entre aquele setor da população; Kizzy (interpretada por Leslie Uggams), por exemplo, tornou-se um nome comum para recém-nascidas afro-americanas naquela época. Outros efeitos culturais também foram duradouros; uma geração depois de sua exibição, o comediante americano Dave Chappele satirizou a série num esquete popular de seu programa, Chappelle's Show.

Raízes foi dirigida por Marvin J. Chomsky, John Erman, David Greene e Gilbert Moses, e produzida por Stan Margulies; David L. Wolper foi produtor-executivo. A trilha sonora, também de grande sucesso, foi composta por Gerald Fried e Quincy Jones.

O próprio Alex Haley narra os últimos minutos da série, na qual fotos de Haley aparecem ao lado das de seus ancestrais, abrangendo nove gerações - de Haley até a avô de Kunta Kinte, na África.

No Brasil a série foi exibida pela Rede Globo no final da década de 1970, e reprisada pelo SBT na década seguinte, atingindo também elevados índices de audiência em ambas as ocasiões.

Em 2016, um remake da minissérie original, com o mesmo nome, foi encomendado pelo canal History.
TRAILLER:

FONTE: WIKIPÉDIA

AUTOR: RECORDANDO SÉRIES

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

TWIN PEAKS

Twin Peaks é uma série de televisão norte-americana criada por Mark Frost e David Lynch. A série segue a investigação do agente do FBI Dale Cooper sobre o assassinato da popular estudante de colegial Laura Palmer. 

O episódio piloto de Twin Peaks foi exibido pela primeira vez em 8 de abril de 1990 na ABC e acabou levando a outros sete episódios, que formam sua primeira temporada. Depois, houve uma segunda temporada de 22 episódios, que foi ao ar até 10 de junho de 1991. O título da série provém de seu cenário principal, a cidade ficcional de Twin Peaks, em Washington. 

Os exteriores foram filmados principalmente em Snoqualmie e North Bend, com cenas adicionais gravadas no sul da Califórnia. 

A maior parte das cenas interiores foram filmadas em cenários construídos em um armazém no Vale de São Fernando.
A produção foi considerada revolucionária para época, pois fugia das fórmulas de outras séries que, geralmente, buscavam algum senso de moral. Twin Peaks possuía uma história complexa nunca vista em uma série antes, personagens estranhos e excêntricos, tramas cheias de mistérios, sendo difícil categorizá-la, pois possuía momentos alternados entre suspense, surrealismo, drama, policial, humor e terror psicológico. 

A série influenciou outras séries, como Arquivo X. A misteriosa morte de Laura Palmer, a música tema de Angelo Badalamenti, assim como a forma como cada habitante de Twin Peaks estava envolvido com a morte de Laura Palmer, ajudaram a segurar o trama e a tensão e ter uma 1ª temporada aclamada pelo público e crítica até os dias atuais.

Twin Peaks tornou-se um dos programas mais assistidos da década de 1990 e um sucesso internacional de crítica. Refletindo seus fãs dedicados, a série tornou-se parte da cultura popular, se tornando referência para outras séries de televisão, comerciais, quadrinhos, jogos eletrônicos, filmes e músicas. 

A 2ª Temporada teve mais episódios, mais cenas surrealistas e mais personagens. As diversas mudanças de horários por parte da ABC prejudicaram a audiência, e fizeram com que a emissora pressionasse David Lynch para que ele revelasse o assassino de Laura Palmer. 

Esta revelação acarretou em um menor interesse do público pela série, já que a morte da Laura Palmer ajudava a manter a tensão na série. Em 1992, a série teve uma prequela que mostrava os últimos dias de Laura Palmer, o filme Twin Peaks: Fire Walk with Me e em 2017 a série retornou como uma série limitada de 18 episódios no canal a cabo Showtime.

No Brasil, a série começou a ser transmitida pela Rede Globo em 7 de abril de 1991, sempre aos domingos logo após o Fantástico. Porém, este era um horário ruim para os que queriam assistir a atração uma vez que teriam que acordar cedo na segunda-feira para estudar, trabalhar etc. Ademais, desde o início, a emissora "reformatava" todos os episódios para fazê-los "caberem no espaço da grade já com muitos intervalos comerciais", para tanto, "cortava" vários minutos de cada episódio, eliminando trechos que "a emissora considerava detalhes". 

Estes cortes dos "detalhes" prejudicou de imediato o entendimento da série uma vez que, como sempre foi a tradição de David Lynch, as explicações e o "sentido do todo" estão sempre em detalhes que se somam de episódio para episódio e, sem estes, a série ficava totalmente sem sentido. 

Com isso, o retorno em audiência foi baixo, e a emissora passou a pular alguns episódios - piorando ainda mais o entendimento da série pelos telespectadores e a audiência - e, logo depois, cancelou por completo sua transmissão, criando uma verdadeira confusão com aqueles que tentavam acompanhar a série. 

Em 1993, a Rede Record recolocou o seriado na televisão aberta brasileira, exibindo todos os seus episódios por completo, sem cortes e na sequência, até 1994, fazendo a série ser entendida e conquistando fans aficionados; a emissora ainda voltaria a reprisar Twin Peaks em 1995 após uma breve pausa.

Quando a série foi lançada em VHS, tornou-se um cult. Depois de mais de 20 anos, a série ganhou uma reprise pelo Canal Viva da Globosat a partir do dia 1° de maio de 2012.

Elenco

Kyle MacLachlan .... Dale Cooper, agente do FBI

Michael Ontkean .... Sheriff Harry S. Truman

Mädchen Amick .... Shelly Johnson

Dana Ashbrook .... Bobby Briggs

Piper Laurie .... Catherine Packard Martell

Richard Beymer .... Benjamin Horne

Lara Flynn Boyle .... Donna Hayward

Ray Wise .... Leland Palmer

Sherilyn Fenn .... Audrey Horne

Warren Frost .... Dr. Will Hayward

Peggy Lipton .... Norma Jennings

James Marshall .... James Hurley

Everett McGill .... Big Ed Hurley

Jack Nance .... Pete Martell

Kimmy Robertson .... Lucy Moran

Joan Chen .... Jocelyn 'Josie' Packard

Harry Goaz .... Deputy Andy Brennan (28 episódios)

Michael Horse .... Deputy Tommy 'Hawk' Hill (28 episódios)

Wendy Robie .... Nadine Hurley (24 episódios)

Sheryl Lee .... Laura Palmer/Madeleine Ferguson (18 episódios)

Russ Tamblyn .... Dr. Lawrence Jacoby (16 episódios)

Catherine E. Coulson .... Margaret Lanterman, a Senhora do Tronco (12 episódios)

Frank Silva ..... BOB (11 episódios)

David Lynch .... Gordon Cole, chefe do departamento regional do FBI (7 episódios)

Heather Graham .... Annie Blackburn (6 episódios)

Recepção da crítica

Em sua primeira temporada, Twin Peaks teve ampla aclamação por parte da crítica especializada. Com base de 16 avaliações profissionais, alcançou uma pontuação de 96% no Metacritic. Por votos dos usuários do site, atinge uma nota de 9,3, usada para avaliar a recepção do público. Já a segunda temporada de possui uma nota de 9,0 dada pelos usuários do mesmo site.

No agregador de resenhas Rotten Tomatoes, a primeira temporada de Twin Peaks possui 98% de aprovação dos críticos reunidos no site enquanto a segunda temporada possui 87%.

Prêmios e nomeações

Para sua primeira temporada, Twin Peaks recebeu quatorze nomeações no Primetime Emmy Awards de 1990, for Mellhor Série Dramática, Melhor Ator em Série Dramática (Kyle MacLachlan), Melhor Atriz em Série Dramática (Piper Laurie), Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática (Sherilyn Fenn), Melhor Direção em Série Dramática (David Lynch), Melhor Roteiro em Série Dramática (David Lynch e Mark Frost por "Pilot", Harley Peyton por "Episode 3"), Melhor Direção de Arte em uma Série, Melhor Realização em Mśucia-Tema, Melhor Realização em Composição para uma Série (Música Dramática de Fundo), Melhor Realização em Música e Letras, Melhor Edição de Som em uma Série. De suas nomeações, venceu para Realização em Desing de Roupas para uma Série e Melhor Edição para uma Série Dramática – Produção de Câmera Única.

Para sua segunda temporada, recebeu quatro nomeações ao Primetime Emmy Awards de 1991, para Melhor Ator em Série Dramática (Kyle MacLachlan), Melhor Atriz Coadjuvante em uma Série Dramática (Piper Laurie), Melhor Edição de Som para uma Série e Melhor Mixagem de Som para uma Série Dramática.

No Golden Globe Awards de 1991, ganhou para Melhor Série de TV - Drama, Kyle MacLachlan ganhou para Melhor Performance de um Ator em uma Série de TV – Drama, Piper Laurie ganhou para Melhor Performance de uma Atriz em Papel Coadjuvante em uma Série, Miniséerie Filme Feito para TV; enquanto Sherilyn Fenn foi nomeada na mesma categoria que Laurie.

TRILHA DE ABERTURA:

FONTE: WIKIPÉDIA

AUTOR: RECORDANDO SÉRIES

quinta-feira, 6 de junho de 2019

THE REAL McCOYS - OS VERDADEIROS McCOYS

The Real McCoys ou Os Verdadeiros McCoys era uma série de TV no formato de uma sitcom produzido por Danny Thomas Productions e apresentado originalmente nos Estados Unidos, pela rede ABC entre 1957 a 1962 e pela CBS no ano de 1963, num total de 224 episódios, de aproximadamente 30 minutos cada.
A série girava em torno das vidas de uma família montês chamada McCoys, que originalmente moravam na saudosa West Virginia. Depois a família mudou-se para a Califórnia onde eles se tornaram fazendeiros.
A família era formada pelo vovô Amos McCoy, que era o chefe da família e que gostava de se intrometer em praticamente em todo e qualquer negócio de sua família e também dos vizinhos. Sua família consistia de seu neto Luke e sua noiva Kuke Kate, a adolescente Hassie e seu irmão de 11 anos chamado de Little Luke, cujos pais haviam morrido.
Para completar havia também um ajudante chamado Pepino, o vizinho chamado George MacMichael que era o melhor amigo do velho Amos e a irmã de George, uma solteirona, que George vivia tentando empurrar para os braços de Amos.
A série era centrada especialmente no velho Amos, um esquisitão incorrigível e que era contra qualquer coisa, não importa o que fosse. Ele era intratável, andava como uma galinha e vivia tiranizando e bajulando a todos com seu jeitão. Mesmo não sendo capaz de ler e escrever e nunca admitia a qualquer um da família que era analfabeto.
Embora a série estivesse sempre nas dez primeiras colocações na ABC, sua audiência começou a decair quando ela foi vendida para a CBS e ao fim desta temporada acabou sendo cancelada. Um outro motivo de seu cancelamento era a sua concorrência com outros programas de outras emissoras como Bonanza e A Família Buscapé, que obtinham grandes audiências.
Walter Brennan nasceu como Walter Andrew Brennan no dia 25 de julho de 1894, em Swampscott, Massachussetts, EUA, filho de um engenheiro e inventor. Por influência de seu pai estudou engenharia na Rindge Technical High School, em Massachussets, mas ao invés de atuar como engenheiro passou a trabalhar como bancário e logo depois se alistou durante a Primeira Guerra Mundial servindo na 101st Field Artillery Regiment na França.
Depois do encerramento da Guerra foi para a Guatemala onde passou um tempo plantando abacaxis, mas depois resolveu voltar para Los Angeles onde começou a trabalhar no mercado de imóveis. Com o resfriamento do mercado pouco tempo depois, foi ser dublê para filmes de cinema, onde trabalhou para diversos diretores importantes como Howark Hawks e John Ford, entre outros.
Em 1925 participou do filme “Lorraine of the Lions”, mas o seu nome não foi creditado. Somente em 1930 no filme “King of Jazz” seu nome começou a aparecer nos créditos dos filmes e não parou mais de atuar. Na televisão ficou famoso ao protagonizar a série de televisão “The Guns of Will Sonnett” e “The Real McCoys”.
Foi premiado pelo filme “Come and Get It” (1936); “Kentuchy” (1938) e “The Westerner” em 1942. Também foi indicado ao Oscar em 1941 pelo filme “Seargent York”. Walter Brennan morreu em Oxnard, Califórnia, EUA, no dia 21 de setembro de 1974.
Richard Crenna nasceu no dia 30 de novembro de 1926, em Los Angeles, Califórnia, EUA, descendente de imigrantes italianos da região de Toscana. Seu pai era farmacêutico e sua mão um gerente de hotel e estudou na Belmont High School e na Universidade do Sul da Califórnia. Iniciou sua carreira fazendo algumas atuações no rádio em programas como “My Favorite Husband” e “Boy Scout Jamboree”, entre outros.
Isso abriu caminho para a televisão onde começou a atuar em alguns seriados e chegou a fama ao interpretar um personagem na série de televisão “The Real McCoys” ao lado Walter Brennan. Depois fez vários filmes para o cinema, até interpretar o Coronel Trautman na série de filmes do “Rambo”, ao lado de Sylvester Starlone, onde se tornou internacionalmente famoso.
Apesar de ser considerado pela crítica como um ator de recursos limitados, teve uma carreira brilhante e interpretou vários personagens importantes em sua carreira e chegou a ganhar uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, em 6714 da Hollywood Boulevard.
Foi casado com Penni Sweeney de 1959 até 2003, quando morreu de um câncer no pâncreas, em Los Angels, Califórnia, ao 76 anos de idade, no dia 17 de janeiro de 2003. Teve dois filhos e um deles, Richard Anthony Crenna, também se tornou ator como o pai. Richard Crenna na época de sua morte ele interpretava um papel na série de televisão “Judging Amy”

TRILHA DE ABERTURA:

Elenco

Walter Brennan como Amos McCoy

Richard Crenna como Luke McCoy

Kathleen Nolan como Kate McCoy

Lydia Reed como Hassie McCoy

Michael Winkelman como Little Luke McCoy

Tony Martinez como Pepino Garcia

Andy Clyde - Geore MacMichael

Madge Blake como Flora MacMichael

Lloyd Corrigan como Hank Jonson

Fotos

AUTOR: TV SINOPSE
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