É um seriado dos anos 80 que mostra Walter Nebicher, um membro da Força Policial de Los Angeles que cria o holograma vivo Automan para combater o crime.
Emissora: ABC. Emissora no Brasil: TV Record, Rede Globo e Rede Manchete. Transmissão Original: de 15 de dezembro de 1983 a 2 de abril de 1984. Duração: 50 minutos. Temporadas: 1 (13 episódios). Cores. Companhias Produtoras: 20th Century Fox Television.
A Série
Início da década de 1980, a informática começava a ganhar notoriedade principalmente nos efeitos visuais. o videoclipe Thriller já tinha sido um enorme sucesso em 1982 graças aos efeitos especiais gerados por computador e que evidenciavam ainda mais o que a informática poderia fazer. Essa onda que inclui filmes como Amores Eletrônicos também passou por uma série de TV, com excelentes roteiros e efeitos especiais de primeira linha, chamada Automan.
O conceito do programa lembrava também o filme Tron – Uma Odisséia Eletrônica, da Disney, assim tinha todos os elementos para dar certo, mas teve curta duração, não chegando a completar uma temporada, durando apenas 13 episódios.
Walter Nebicher era vivido pelo ator Desi Arnaz Jr., filho na vida real da comediante Lucille Ball (de I Love Lucy).
A História.
Na série o personagem Walter Nebicher é um membro da Força Policial de Los Angeles que obrigado pelo Capitão Bold a trabalhar operando computadores pois o policial é considerado um gênio da informática. Na verdade, Nebicher queria estar nas ruas combatendo o crime, e assim, para superar sua frustração ele cria um programa chamado Automan, um holograma que ganha vida e se especializa em combater o crime em Los Angeles, Califórnia.
Automan consegue se comunicar com qualquer computador e tem a capacidade de gerar carros, helicópteros e outros veículos, mas para isso ele necessita de muita energia, e para não causar uma pane na cidade, geralmente o programa só é ativado a noite, quando o consumo de energia na metrópole cai, na verdade a estratégia é válida, pois é exatamente o horário em que a criminalidade aumenta.
Para não levantar suspeitas, o holograma adquire a aparência de um homem normal e adota a identidade de “Agente Man”. Assim, Automan inicia sua trajetória de combate ao crime, sendo ajudado não só por Nebicher, mas também por um estranho ponto luminoso que anda ao seu lado, chamado Cursor, o elemento usado por Automan para materializar as coisas que precisa, como seus veículos de transporte, armamentos e outras utilidades no combate ao crime.
Walter e Automan precisam tomar cuidado com o capitão Boyd, que acha toda aquela parafernália um desperdício de dinheiro.
No Brasil.
No Brasil a série teve uma boa repercussão quando estreou na Rede Record em 1983. Logo transferiu-se para a Globo em 1984, sendo exibida nas tardes de domingo. No ano seguinte mudou para às tardes de quarta-feira da emissora, onde ficou até 1985.
O dublador Garcia Jr. em grande evidencia na época, emprestando sua voz a personagens como Macgyver e He-man, interpretou Automan.
Chegou a ser reprisado pela TV Manchete a partir do ano de 1987 nas noites de segunda-feira.
Emissora: Tv Globo. Ano de Produção: de 1996 a 2002 (231 episódios). Cores. Companhias Produtoras: Rede Globo.
A Série.
Uma criação de Luiz Gustavo e Daniel Filho, o programa Sai de Baixo era exibido semanalmente no final da noite de domingo às 22h30.
Com episódios de 30 minutos, o programa trazia de volta à televisão brasileira o que os norte-americanos chamam desitcom, a comédia de situação gravada com plateia. As gravações eram realizadas no Teatro Procópio Ferreira. O programa estreou no dia 31 de março de 1996.
Os textos do programa eram de Miguel Falabella, Maria Carmen Barbosa, Noemi Marinho, Flávio de Souza, José Antônio de Souza, entre outros. Já a direção foi de Daniel Filho, Denis Carvalho e José Wilker. Uma das marcas de Sai de Baixo era o improviso dos atores, os chamados “cacos”, que passaram a ser enfatizados a cada programa. As gravações eram feitas em duas sessões e a edição aproveitava os melhores momentos de cada uma. Mais tarde constatou-se que os erros divertiam o público, e portanto passaram a ser incluídos na edição.
A História.
A história do programa começou quando a viúva Cassandra (Aracy Balabanian), sua filha Magda assumidamente burra (Marisa Orth) e o genro Caco Antibes (Miguel Falabella), foram morar com seu irmão Vavá por necessidade financeira. Obrigado, moralmente, a recebê-los, Vavá, sua empregada Edileusa (Cláudia Jimenez) e o porteiro Ribamar (Tom Cavalcanti), fazem de tudo para tornar a vida de seus hóspedes indesejáveis um inferno. Além de ter que aturar a irmã megera, a sobrinha com cérebro de ostra e o marido malandro dela, que sempre surge com idéias mirabolantes para ganhar dinheiro fácil, Vavá (Luís Gustavo) tem que arcar com todas as despesas sozinho e vive abrindo empresas para levar a vida, mas todas acabam falindo, como a agência de viagens VavaTur. Vavá é quem paga as contas, os gastos excessivos de Cassandra, as dívidas de Caco, os deslizes de Magda e ainda resolve confusões da empregada Edileuza e do porteiro Ribamar. As histórias semanais sempre giravam em torno desses personagens, embora variassem a cada semana. Além disso, muitos artistas faziam participações especiais nos episódios, como Francisco Cuoco, Lima Duarte, Arlete Salles, Diogo Vilela, Suzana Vieira e Édson Celulari, entre outros.
Mudanças.
Em 1997, Sai de Baixo sofreu algumas modificações quando a atriz Claudia Jimenez deixou o elenco. Sua personagem saiu de cena e o cargo foi ocupado por Lucineide, um diarista interpretada inicialmente por Ilana Kaplan e depois por Márcia Cabrita. A atriz agradou, e na trama, foi efetivada no emprego. O cenário, que entes se restringia apenas à sala do apartamento, ganhou mais uma dependência: a cozinha. A equipe de redação também foi modificada, variando a cada semana, com redação final de Cláudio Paiva. Além de Daniel Filho, a direção passou a contar com Dênis Carvalho e José Wilker, e o programa foi integrado ao núcleo Daniel Filho.
Marisa Orth ficou grávida durante o programa e para justificar essa mudança no perfil da personagem criou-se uma gravidez do marido Caco, assim em 1999, quando o filho da atriz nasceu na vida real, mais um personagem entrou em cena no Largo do Arouche: Caquinho, que primeiro apareceu como um boneco num carrinho motorizado, que falava se movia sozinho no palco e em alguns momentos o boneco podia sentar no carrinho, depois o personagem foi interpretado pelo ator Lucas Hornos. A chegada do menino provocou mudanças no perfil de alguns personagens. Sua mãe, que sempre foi uma ignorante, ficou mais filosófica. Já Caco Antibes se revelou um pai egoísta e relapso. Naquele momento a redação do programa era de Juca Filho e Cláudio Paiva. Em meados de 1999 o ator Tom Cavalcante, um dos destaques do programa, deixou a atração. Em 2000, quando Sai de Baixo completou cinco anos no ar, a ação da família transferiu-se para um restaurante, o Arouche’s Place. O cenário modificou inteiramente, mas as histórias continuaram girando em torno do núcleo central, que também mantinha as mesmas características dos anos anteriores. Os atores Ary Fontoura e Luiz Carlos Tourinho em cena como o pão-duro Pereira, dono do restaurante e novo sócio de Vavá, e seu assistente puxa-saco Ataíde. Pereira era apaixonado por Cassandra.
Em 2001, o ator Ary Fontoura deixou o programa e Luiz Carlos Tourinho passou a interpretar o porteiro do prédio no Largo do Arouche. Os demais integrantes do elenco permaneceram os mesmos. Nesse ano, a equipe de Sai de Baixo gravou cenas externas pela primeira vez em seis anos, sob a direção de Jorge Fernando. Os takes foram feitos na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e buscavam reproduzir a cidade de Miami, onde Caco Antibes e Magda estavam em viagem. Já na fase final do programa ingressou a empregada folgada Sirene, interpretada Cláudia Rodrigues, que mais tarde faria outra doméstica a Marinete de A Diarista.
O Final.
No dia 31 de março de 2002, a TV Globo exibiu o episódio de despedida do Sai de Baixo, O Último Golpe do Arouche, dirigido por Cininha de Paula. A saída do Sai de Baixo da grade de programação motivou um protesto dos fãs, que fizeram abaixo-assinados e chegaram a criar um site na Internet pedindo a volta do programa. Durante os seis anos de exibição, passaram pelo teatro Procópio Ferreira cerca de 500 mil pessoas. No palco foram mais de 100 atores convidados.
O programa foi o vencedor do Troféu Imprensa em 1996 e um dos indicados ao Troféu Imprensa em 1997 e 1998.
Emissora: ABC. Emissora no Brasil: TV Paulista, TV Excelsior,TV Record, Rede 21 e Rede Tv!. Ano de Produção: de 1964 a 1972 (248 episódios). Preto e Branco e Cores. Companhias Produtoras: Columbia Television e William Asher.
A Série.
O projeto da série A Feiticeira teve seu inicio logo após o terceiro casamento de Elizabeth Montgomery, em 1963, com Willian Asher, por quem se apaixonou durante a filmagens de Johnny Cool, num filme dirigido por ele. Desde a algum tempo Elizabeth vinha expressando seu desejo de se aposentar como atriz, ter filhos e levar uma vida familiar normal. Asher então sugeriu que eles poderiam trabalhar juntos em uma nova série para a televisão, e assim passaram a idealizar esse projeto.
Pouco tempo depois, estava pronto um projeto em que mostrava o dia-a-dia de um frentista de um posto de gasolina, casado com mulher da alta sociedade. Os conflitos gerados por essa união seriam o tema da série. Asher apresentou essa proposta para William Dozier, da Columbia Television, que não se entusiasmou com a proposta, pois um projeto semelhante havia sido apresentada em 1961, por outro produtor, Harry Ackerman, em que mostrava os conflitos de um publicitário casado com uma bela feiticeira. A partir da segunda temporada a série passou a ser exibida em cores. Naquele ano o seriado alcançou o sétimo lugar na audiência americana, com uma média de 23.4 pontos.
Durante a produção, ocorreram algumas mudanças de elenco. A primeira a sair foi Irene Vernon, que deixou a série em busca de melhores papéis, sendo substituída por Kasey Rogers na fase a cores da série. Para que o público não sentisse a mudança, Rogers teve que tingir seus cabelos ruivos para preto, voltando a sua cor natural mais tarde; O pai de James era vivido por dois atores, Roby Roberts e Robert F. Simon, porque cada um era contratado por episódio. Assim, quando um não estava disponível, chamavam o outro; Já Alice Pearce morreu vítima de câncer e em seu lugar chamaram Sandra Gould, 20 anos mais jovem que George Tobias, que interpretava seu marido; Quem também morreu durante a produção foi Marion Lorne, a Tia Clara, mas seu personagem era tão querido do público e a atriz tão marcante, que os produtores resolveram não substituí-la, entrando em seu lugar uma nova personagem, Esmeralda, interpretada por Alice Ghostley. Tal qual tia Clara, Esmeralda fazia o papel da atrapalhada bruxa cujos poderes causam problemas para os Stephens.
Mas, a mudança mais significativa foi a do personagem James Stephens (que nos EUA é chamado de Darrin). Dick York precisou deixar a série quando sua saúde declinou em virtude de dores na coluna, ocasionadas por um acidente automobilístico em 1959. O ator foi substituído por Dick Sargent, que na verdade tinha sido a primeira escolha para o papel, mas por não estar disponível na época, foi substituído por York. Os produtores decidiram não explicar a mudança, já que o assunto tinha sido amplamente divulgado pela imprensa e uma mudança de personagem não caberia no enredo. A série teve sua produção encerrada em 1972, época em que perdia na audiência para a sitcom Tudo em Família. Em 1977 lançaram uma série mostrando como estavam os filhos de Samantha, o programa chamavaTabatha e tinha nos papéis principais Lisa Hartman (Tabatha) e David Ankrum (como Adam). O seriado durou apenas 13 episódios.
A História.
O publicitário James Stephens leva uma vida normal trabalhando com Larry Tate na agência "McMann & Tate", até casar-se com a bela Samantha (Elizabeth Montgomery). Essa delicada jovem muda para sempre sua visão do mundo ao lhe revelar sua real natureza: ela é uma feiticeira.
Para o casamento funcionar, James exige que ela desista da bruxaria e viva com ele como uma mortal. O acerto poderia funcionar, não fosse a constante interferência da família de Samantha, que de forma alguma concorda com essa nova existência mortal sem o uso da mágica. Assim, James passa a ser atormentado por sua sogra, Endora, e seu séqüito de bruxos e feiticeiras. A família de Samantha era composta pela Tia Clara, uma bruxa muita velha e que quase sempre errava nas mágicas; o pai de Samantha, Maurice, separado de Endora e que adorava fazer citações teatrais; o médico especialista, o Dr. Bombay; além do tio Arthur e a prima Serena (interpretada também por Elizabeth Montgomery). Os Stephens tinham ainda um casal de vizinhos, o Sr. Abner Kravitz, um aposentado que vivia vendo televisão e lendo jornal, e sua esposa Gladys que tinha como paixão bisbilhotar a vida dos outros.
Samantha e James Stephens tiveram 2 filhos, Tabatha, que nasceu em 1966 com poderes de feitiçaria a exemplo da mãe e Adam que nasceu em 1969, mortal igual ao pai.
No Brasil.
No Brasil A Feiticeira alcançou um grande sucesso, a exemplo de outras partes do mundo. Chegou por aqui em 1965, quando foi exibido pela extinta TV Paulista, onde foram mostrados os dois primeiros anos do programa. Em 1968 a série passou a ser exibida pela TV Excelsior, que exibiu também o terceiro ano e logo depois pela TV Record, que passou os episódios do quarto e quinto ano.
Na década de 1990 A Feiticeira foi mostrada pela Warner Channel e em 2000 pela Rede TV!, que exibiu as duas primeiras temporadas colorizadas por computador. Recentemente a série transferiu-se para a Rede 21. AUTOR: INFANTV
Emissora: Rede Globo. Ano de Produção: de 1990 a 2001. Cores. Companhias Produtoras: Rede Globo.
Com texto final de Eduardo Sidney e direção de Cininha de Paula, Cassiano Filho e Paulo Ghelli, estreou no dia 4 de agosto de 1990 o programa humorístico Escolinha do Professor Raimundo. Gravado nos estúdios da Cinédia, no Rio de Janeiro, o programa ia ao ar aos sábados às 22h30.
Criada em 1952 na Rádio Mayrink Veiga, o programa tornou-se quadro de programas de humor da televisão como Noites Cariocas (Tv Rio, 1957), Chico City (Rede Globo, 1973) eChico Anysio Show (Rede Globo, 1982). Quando o vice-presidente de operações da Globo, o Boni, entrou de férias, Chico Anysio realizou seis programas sem o conhecimento dele e levou ao ar. Quando Boni voltou a Escolinha já era um sucesso e o próprio Boni passou a ser um entusiasta do programa. Para se transformar em um programa independente o quadro Escolinha passou por algumas modificações em sua estrutura. A aula foi dividida em dois tempos e o professor Raimundo, interpretado por Chico Anysio, passou a ter um gabinete, onde, antes de entrar em sala, recebia os pais e responsáveis pelos alunos. Esse quadro contava sempre com a participação de atores convidados.
O programa estreou com 20 alunos. No elenco fixo estavam Sr. Joselino, Sr. Bicalho, Sr. Geraldo, D. Cacilda, Sr. Eustáquio, Sr. Suppapau Uaçu, Sr. Aldemar Vigário, Sr. Boneco, D. Escolática, Sr. Samuel Blaustein, Sr. Bertoldo Brecha, Sr. Inspetor Atanagildo, Sr. Ptolomeu, Sr. Bacorinho, Sr. Peru, Sr. Rolando Nero, Mallandro, D. Cândida, D. Marina da Glória, Sr. Baltazar da Rocha, D. Bela, o Diretor e a secretária da escola.
Em setembro de 1990 entraram mais três alunos: Sr. Galeão Cumbica, vivido por Roni Cócegas, D. Amparito Pêra, interpretada por Nélia de Paula e D. Célia Caridosa de Melo, uma estudante apaixonada por economia, vivida por Nádia Maria, que interpretou outros personagens ao longo da Escolinha. A partir do dia 29 de outubro de 1990, A Escolinha do Professor Raimundopassou a ir ao ar de segunda sexta-feira às 17h30, além das noites de sábado. Novos personagens vieram participar da turma: Sr. Nerso da Capitinga, Sr. Armando Volta e D. Maria Bonita.
Em 1991 era a vez de estrear no programa mais quatro alunos: Sr. Zé Bonitinho, Sr. Sócrates Homem de Mello, e a dupla Milha e Vanilha. Para manter o clima informal da Escolinha, os atores passaram a receber apenas seus próprios textos, de forma que não sabiam, assim como os telespectadores, o que os outros personagens iriam falar. Alguns bordões dos começaram a ficar famosos como "Captei, divino mestre!", de Rolando Nero, "Beijinho, beijinho e pau, pau", de Cacilda, além de "E o salário ó!", do Professor Raimundo.
Em outubro de 1991 mais quatro alunos passaram a freqüentar a sala de aula da escolinha: Sr. Salim Muchiba, Sr. João Cana Brava, D. Catifunda e Sr. Capilé, que primeiro estrearam na aula de sábado e depois passaram a freqüentar também o programa diário.
Em janeiro de 1992, A Escolinha do Professor Raimundo parou de ser apresentada aos sábados e passou a ser exibida às quartas-feiras, depois da novela das 20h. À tarde o programa manteve seu horário anterior. Novos personagens ingressaram na atração: D. Flor, Sr. Bebeto e D. Márcia Suplício. Em fevereiro de 1992 estrearam mais três personagens: D. Capitulinha, Sr. Nelson Piquete e Sr. Bill Bebes. Em março daquele ano foram criados novos cenários: a sala de música, onde os alunos eram organizados em forma de coral, a sala de ginástica e a cantina. Esses ambientes faziam parte do primeiro bloco e no segundo e terceiro tínhamos a aula do Professor Raimundo. Nessa época mais três personagens entraram na escolinha: D. Gardênia Alves, Sr. Batista e D. Pretória.
Em abril de 1992, A Escolinha do Professor Raimundo voltou a ser apresentada nas noites de sábado, continuando ainda com aulas diárias à tarde. Outros personagens passaram a fazer parte do programa, como Sr. Brasilino (Bemvindo Sequeira) e D. Cora (Nélia Paula). Em junho o programa apresentou um novo quadro o "Invente, Tente" - num cenário similar à sala de aula, porém com um pequeno palco, os alunos eram incentivados por Dona Escolástica a dar vazão a criatividade, cantando, dançando ou fazendo imitações.
No dia 11 de junho de 1992, foi ao ar o programa de n°500. A Escolinha do Professor Raimundo tinha então 37 alunos e mais de 11 personagens que apareciam em ambientes fora da sala de aula. Além dos personagens já citados, faziam parte da programa: D. Manuela D´Além Mar, Sr. Mazarito, Sr. Eugênio, Sr. Gaudêncio, D. Mandala, Sr. Paulo Cintura, Sr. Natanael, Manuel, D. Das Dores, Malandrão, Fofoqueira, Professora Amália, a dupla Vira e Mexe, além do filho de D. Corleone, do dono da Cantina e sua esposa. Em 1993, A Escolinha do Professor Raimundo teve a inserção de dois quadros novos: a "Rádio PR-Raimundo" e o "Jornal da Escolinha". Tanto o esquete da rádio quanto o jornal - feitos pelos alunos da escolinha - eram apresentados no primeiro bloco das aulas da tarde, alternando com outros cenários já conhecidos.
Durante os meses de abril e maio de 1993 novos personagens ingressaram no programa A Escolinha do Professor Raimundo: Sr. Ruy Barbosa, a repórter Maninha Marrom, D. Santinha, Escova e Flora Própolis. Em abril do mesmo ano foi a vez de: D. Maria Menininha, D. Tereza Mercantil, D. Fátima Ferrari, Sr. Zé Modesto e Sr. Dirceu Borboleta. O personagem Nelson da Capitinga voltou ao programa depois de um ano de afastamento.
Em agosto de 1994, o programa inseriu mais uma novidade: atores mirins passaram a substituir, em cada aula, um personagem principal, relacionado pelo nome. Armandinho Atalho no lugar do Armando Volta, Baltarzazinho no lugar de Sr. Baltazar, Dumont Congonhas no de Galeão Cumbica, e Joãozinho Groselha Pura no lugar de João Cana Brava. Em 1995 A Escolinha do Professor Raimundo deixou de ser apresentada aos sábados e passou a ir ao ar nas noites de quarta-feira. As aulas à tarde passaram a ser reprises. Em fevereiro o programa voltou a ser exibido aos sábados à noite, com personagens novos: Sr. Waldemar Motta e Sr. Pedro Vaz Caminha. Em abril começou a ser exibida nas tardes de domingo e em maio saiu do ar, voltando em 1999 como um quadro do Zorra Total até outubro de 2000.
Em 2001 passou a ser exibido de forma independente, com 25 minutos de duração e 37 personagens, deixando de ser apresentada em dezembro daquele ano.
Elenco
Chico Anysio .... Professor Raimundo Antônio Carlos .... Sr. Joselino Antônio Pedro .... Sr. Bicalho Brandão Filho .... Sr.Sandoval Quaresma Castrinho .... Sr. Geraldo Claudia Jimenez .... D. Cacilda Grande Otelo .... Sr. Eustáquio Jayme Filho .... Sr. Suppapau Uaçu Lúcio Mauro .... Sr. Aldemar Vigário Lug de Paula .... Sr. Boneco Lupe Giglioti .... D. Escolática) Marcos Plonka .... Sr. Samuel Blaustein Mário Tupinambá .... Sr. Bertoldo Brecha Milton Carneiro .... Sr. Inspetor Atanagildo Nizo Neto .... Sr. Ptolomeu Olney Cazarré .... Sr. Bacorinho Orlando Drummond .... Sr. Peru Rogério Cardoso .... Sr. Rolando Nero Sérgio Mallandro .... Mallandro Stela Freitas .... D. Cândida) Tássia Camargo .... D. Marina da Glória Walter D´ávila .... Sr. Baltazar da Rocha Zezé Macedo .... D. Bela Roni Cócegas .... Sr. Galeão Cumbica Nádia Maria .... D. Célia Caridosa de Melo, D. Maria Bonita, Márcia Suplício e D. Santinha Nélia de Paula .... D. Amparito Pêra Pedro Bismark .... Sr. Nerso da Capitinga David Pinheiro .... Sr. Armando Volta Jorge Lorêdo .... Sr. Zé Bonitinho Orival Pessini .... Sr. Sócrates Homem de Mello Paulette .... Milha Dudu Moraes .... Vanilha João Elias .... Sr. Salim Muchiba Tom Cavalcante .... Sr. João Cana Brava Zilda Cardoso .... D. Catifunda Tim Rescala .... Sr. Capilé Aldine Muller .... D. Flor Eri Johnson .... Sr. Bebeto Cláudia Mauro .... D. Capitulinha Antônio Pedro .... Sr. Nelson Piquete Geraldo Alves .... Sr. Bill Bebes Fafi Siqueira .... D. Gardênia Alves Eliezer Motta .... Sr. Batista Marilú Bueno .... D. Pretória Bemvindo Sequeira .... Sr. Brasilino Nélia Paula .... D. Cora Berta Loran .... D. Manuela D´Além Mar Costinha .... Sr. Mazarito César Macedo .... Sr. Eugênio Ivon Curi .... Sr. Gaudêncio Marina Miranda .... D. Mandala Paulo Cintura .... Sr. Paulo Cintura Alexandre Marques .... filho de D. Corleone Arthur Costa Filho .... Sr. Natanael Fernando Wellignton .... Manuel, dono da Cantina Liane Maia .... D. Das Dores Luiz Delfino .... Diretor Regina Chaves .... Secretária Margareth Lemos .... esposa do dono da Cantina Nick Nicola .... Malandrão Sandra Pêra .... Fofoqueira Sheila Mattos .... Professora Amália Mauri de Castro .... Vira Jorge Cosmo .... Mexe José Vasconcelos .... Ruy Barbosa Grace Gianoukas .... a repórter Maninha Marrom Nádia Maria .... D. Santinha Carlos Roberto Escova .... Escova Márcia Brito .... Flora Própolis Dudu de Morais .... Vanilha e D. Maria Menininha Totia Meirelles .... D. Tereza Mercantil Débora Fontes .... D. Fátima Ferrari João Neto .... Sr. Zé Modesto Emiliano Queiroz .... Sr. Dirceu Borboleta Colé .... Sr. Waldemar Motta Luiz Carlos Tourinho .... Sr. Pedro Vaz Caminha Rafael Monteiro .... Armandinho Atalho João Ricardo .... Baltarzazinho Luis Eduardo Gonçalves .... Dumont Congonhas Theo Machado .... Joãozinho Groselha Pura